16 de set de 2012

Minha


Adormeço na escuridão da noite de seus cabelos,
Vago pelas esquinas do seu corpo,
Por entre cada rua que adentro em teu ventre
Me perco e logo me vejo
Assim, meio contente...
Meio homem, meio besta...
Meio meu, completamente seu,
Meio, fora, beirada, dentro...
Sentindo-se completamente
E inexistente na dança dos seus olhares.
De repente me vejo em lugares
No qual não deveria estar...
Nem poderia se quer olhar,
Você diz: venha... tome, tenha!
E eu digo, caro ‘amigo’
Se isso não for amor, que morra,
Se isso não for, corra!
Do contrário, venha e se detenha em meus braços
Estou aqui, pronto, esperando o ‘grande final’...

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