13 de jan de 2013

Como do Nada


Em meio a noite perdida
Fria, e sem olhares
Olhares esses que não vejo mais,
O corpo congela
A mente pára, enlouqueço
Me vejo dentro de um berço,
A mente infantil desperta
Entro em alerta
As mãos que te tocavam
Fazem sentido, como se nem houvesse,
Regresso-me e me lanço ao mundo
Me lanço por amor,
Me lanço no laço do pudor
Na espera de poder te encontrar...
Me assusto ao deparar
Com um futuro ainda não existente,
Um futuro onde as pessoas mentem
Onde confiar, já não se faz mais jus ao mérito
Onde o sufoco mata forçadamente
E a traição torna-se-à novamente
De repente... uma luz
Um fim, três palavras e um recomeço...

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