27 de jan de 2013

Doce Velha Lembrança


Não! Por favor, pare!
Eu não quero mais ser assim...
Eu não quero mais continuar assim...
Minhas lembranças insistem em morrer,
Meu corpo insiste em crescer,
E onde eu vou parar?
Onde meu passado foi parar?
Quem sabe, talvez, dentro de uma gaveta
Aquela minha velha gaveta...
Logo abro ela, e vejo
Antigos desenhos que cheiram a papel velho,
Um dominó de plástico,
Uma flauta velha, suja,
Antigo quadrinhos...
E uma infância que marcou,
E uma flor que desabrochou,
E uma criança que sem querer... mudou.

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